Quando a unidade não valoriza as individualidades, o sistema de patrulha fica prejudicado

By on 12 de dezembro de 2017

Sempre Alerta Para Servir o Melhor Possível.

O Movimento escoteiro tem se esquematizado, desde seu início, na vivência em pequenos grupos, denominados patrulhas. Essas patrulhas, compostas por jovens, devem permitir que as potencialidades dos seus integrantes sejam devidamente desenvolvidas a fim de que possam ser agentes conscientes e proativos em relação à promoção de uma sociedade melhor.

Para que esse objetivo seja devidamente atendido é necessário que o grupo, qual seja a patrulha, leve em consideração as aptidões, os desafios e as qualidades de cada indivíduo para que possam, entre si, formar um time entrosado e devidamente afinados a desenvolver cada missão dada pelo Chefe ou proposta pela patrulha. O que o monitor (líder de uma patrulha) deve pensar, ao efetuar cada uma dessas missões, é que a patrulha, enquanto organismo vivo necessita de estímulos para que desenvolva um bom trabalho.

A maior motivação é o reconhecimento de cada um como indivíduo importante para a patrulha. Ter em mente essas características da multiplicidade e da necessidade de reconhecimento é essencial para melhorar a saúde da unidade. Isto implica, em primeira ordem, na percepção da heterogeneidade da formação da patrulha e, em consequência disso, a grande influencia das potencialidades e desejos de cada um que, somados, podem projetar a patrulha para uma condição ainda mais favorável.

Quando, numa patrulha, o monitor e/ou sub-monitor acaba por negligenciar essa característica acabam por frustrar inúmeras questões de ordem pessoal, elementares da relação entre os membros. É preciso sempre estar cônscio de que trabalhar com a diversidade de objetivos que são, em algum nível, balizáveis pela maturidade do monitor ou do Chefe Escoteiro, a natureza da relação entre os membros da patrulha fica ainda mais refinada.

Um forte e fraterno abraço e forte aperto de canhota!